Arquivo para SwáSthya Yôga

Pránáyáma – a respiração no Yôga

Posted in Pránáyáma, SwáSthya Yôga with tags , , , , on 19/04/2009 by Evelyne Baldan

respiracao_yoga

 

” Pránáyáma  Prána, a energia vital 

penetra nosso corpo  

pelos labirintos respiratórios. 

Leva a bênção da vida até o nosso peito 

e, dele, para todo o nosso ser,  

físico e sutil. 

 

Prána, a energia biológica 

sem a qual nenhuma forma de vida 

animal ou vegetal seria possível. 

 

Prána, que traz a cura  

e a regeneração celular. 

Para viver, todos os seres precisam respirar. 

Respirando, incrementamos vitalidade,  

revitalização, reconstituição dos tecidos,  

insuflando-lhes a própria vida. 

 

Controlando os ritmos respiratórios,  

dominamos nossas emoções e ações. 

Alterando os níveis de profundidade da 

respiração, conquistamos novos estados de 

consciência. Interferindo voluntariamente 

no ato respiratório, cruzamos a fronteira 

entre o consciente e o inconsciente. 

 

Isso é pránáyáma! ”

 

DeRose

 

 

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Visite o Blog do DeRose!

Posted in DeRose with tags , , , , , on 17/04/2009 by Evelyne Baldan

blog

Nesta sexta, o filme “Corra, Lola, corra!” no Yôgacine

Posted in Eventos, SwáSthya Yôga with tags , , , , on 15/04/2009 by Evelyne Baldan

O Yôgacine, muito mais do que uma reunião bem divertida com filmes interessantes e pipoca, é uma atividade cultural que faz parte do currículo do Método DeRose. Os filmes escolhidos sempre têm um conteúdo pedagógico bem importante.

O filme que será exibido nesta semana, entitulado “Corra, Lola, corra!” ilustra o conceito de karma, que o Mestre DeRose explica da seguinte forma no livro Tratado de Yôga

“Podemos definir karma como um destino maleável, que modificamos a cada minuto em virtude das nossas ações, palavras e pensamentos. Estamos o tempo todo a tecer nosso futuro imediato e distante.”

A sinopse do filme está no blog da Unidade Alto da XV

O evento será nesta sexta-feira, dia 17 de abril, às 21h na Unidade Alto da XV.

 

E no reverso da medalha, o ashtánga yantra

Posted in SwáSthya Yôga with tags , , on 12/04/2009 by Evelyne Baldan

No texto sobre a medalha com o ÔM, o Mestre DeRose enfatiza a importância de que o símbolo “não deve ser recortado ou vazado, pois se for feito assim, ficará virado com freqüência, apresentando o ÔM invertido, isto é, sua antítese em termos de simbolismo, conseqüentemente, com efeitos opostos.”

A União Nacional de Yôga tomou este cuidado ao cunhar a nossa medalha em forma antiga e ainda acrescentou no reverso o ashtánga yantra, símbolo de proteção do SwáSthya Yôga. 

ashtanga-yantra1

 

“O ashtánga yantra é o símbolo do Swásthya Yôga, o Yôga Antigo. Suas origens remontam às mais arcaicas culturas da Índia e do planeta. Parte de sua estrutura é explanada no Shástra Yantra Chintamani. Nessa obra clássica, sob a ilustração consta a legenda: “Este é o yantra que detém a palavra na boca do inimigo”. Constitui um verdadeiro escudo de proteção, lastreado em arquétipos do inconsciente coletivo. 

Como qualquer escudo de proteção, não pode ser usado como arma de ataque. Assim, ninguém conseguirá utilizá-lo para fazer mal a pessoa alguma. No entanto, se alguém agredir um protegido pelo ashtánga yantra, ferir-se-á gravemente. Por isso, quase todas as pessoas que usam o verbo para atacar o portador do ashtánga yantra costumam colher tão amargos infortúnios. 

Ao reproduzi-lo, atente para o fato de que nas extremidades dos trishúlas não há pontas angulosas, mas sim curvilíneas. Para respeitar rigorosamente seu traçado, ao invés de o redesenhar, fotolite ou escaneie a ilustração acima.” Mestre DeRose

A Medalha com o ÔM

Posted in SwáSthya Yôga, Yôga with tags , , , on 12/04/2009 by Evelyne Baldan

O texto a seguir é composto por trechos do livro Tratado de Yôga, do Mestre DeRose.

 

Sendo objetivo da nossa linhagem perpetuar a autenticidade do Yôga Ancestral, assumimos um desenho do yantra ÔM reproduzido fotograficamente de um texto antigo encontrado em Rishikêsh, nos Himalayas. Nenhum desenhista ocidental tocou nesse símbolo. Ele se mantém original como a orientação do nosso Yôga. 

Quando o leigo manda executar uma medalha com o ÔM normalmente incorre em alguns erros. Para evitá-los, atente ao seguinte: 

a) o ÔM não deve ser recortado ou vazado, pois se for feito assim, ficará virado com freqüência, apresentando o ÔM invertido, isto é, sua antítese em termos de simbolismo, conseqüentemente, com efeitos opostos; 

b) habitualmente os profissionais que executam o ÔM não entendem nada do símbolo que estão tentando reproduzir e terminam por cometer erros grosseiros, muitas vezes fazendo desenhos de mau-gosto e que perdem a característica original, anulando seus efeitos positivos. 

Por essas razões a União Nacional de Yôga mandou cunhar uma medalha em forma antiga, tendo de um lado o ÔM circundado por outras inscrições sânscritas; e do outro lado o ashtánga yantra, símbolo de proteção do Swásthya Yôga. 

Medalha com o ÔM

Mesmo na Índia as pessoas nos perguntam onde conseguimos uma peça com essa autenticidade tão marcantemente estampada. Quando tiramos a medalha do pescoço e lhes presenteamos, comovem-se, seus olhos ficam úmidos e agradecem duas ou três vezes. Anos depois, se nos reencontramos, vemos que ainda a estão usando e que lembram-se do nosso nome. 

Aliás, em todos os países por onde o Swásthya Yôga se expandiu, o ato de tirar a sua medalha do pescoço e presenteá-la a alguém, ganhou um forte significado de homenagem especial e de uma declaração formal de amizade verdadeira. Esse ato tão singelo tem adquirido um sentido muito profundo de carinho e quem recebe a medalha torna-se, para sempre, um amigo leal e sincero. 

Graças à medalha, as pessoas estão o tempo todo se descobrindo, encontrando-se, conhecendo-se, ampliando seu círculo de amizades nos aeroportos, nos trens, nos ônibus, nos teatros, nos shows, nas universidades. Yôga significa união. Pois a medalha com o símbolo do Yôga está cumprindo muito bem essa proposta de unir as pessoas afins! 

 

 

O que é o ÔM

Posted in Mantra, SwáSthya Yôga with tags , on 28/02/2009 by Evelyne Baldan

O texto a seguir é composto por trechos do livro Tratado de Yôga, do Mestre DeRose.

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ÔM é o símbolo universal do Yôga, para todo o mundo, todas as épocas e todos os ramos de Yôga. Entretanto, cada Escola adota um traçado particular que passa a ser seu emblema. Uns são mais corretos, outros menos; uns mais elegantes, outros nem tanto; e alguns são iniciáticos, outros, profanos. Isto pode ser percebido por um iniciado pela simples observação da caligrafia adotada, ou então prestando atenção no momento em que o símbolo é grafado.

Aquele desenho semelhante ao número 30 que aparece em quase todos os livros e entidades de Yôga é uma sílaba constituída por três letras: A, U e M (fonema AU + M). Pronuncia-se ÔM. Um erro comum aos que não conhecem Yôga é pronunciar as três letras “AUM”. Traçado em caracteres, é um yantra. Pronunciado, é um mantra. Há inúmeras maneiras de pronunciá-lo para se obter diferentes resultados físicos, energéticos, emocionais e outros. 

Os caracteres usados para traçar o Ômkára parecem pertencer a um alfabeto ainda mais antigo que o dêvanágarí, utilizado para escrever o idioma sânscrito. Consultando um dicionário ou gramática de sânscrito, podemos notar que o alfabeto dêvanágarí é predominantemente retilíneo e que o próprio ÔM naquele alfabeto é escrito segundo essa tendência. Entretanto, saindo do domínio da gramática e da ortografia para o da filosofia, só encontramos o ÔM escrito de maneira diversa, com caracteres exclusivamente curvilíneos, o que demonstra sua identidade totalmente distinta. Isso também pode ser percebido na nossa medalha, a qual possui algumas inscrições em sânscrito, em torno do ÔM.

Nas escrituras da Índia antiga o ÔM é considerado como o mais poderoso de todos os mantras. Os outros são considerados aspectos do ÔM e o ÔM é a matriz dos demais mantras. É denominado mátriká mantra, ou som matricial. 

O ÔM é também o bíja-mantra do ájña chakra, isto é, o som-semente que desenvolve o centro de força situado entre as sobrancelhas, responsável pela meditação, intuição, inteligência, premonição e hiperestesia do pensamento. Por isso, é o mantra que produz melhores resultados para as práticas de dhyána e samyama, bem como desperta um bom número de siddhis.  

 

 

Como foi a prática com DeRose

Posted in Dia do Yôga, Eventos with tags , , , on 18/02/2009 by Evelyne Baldan

O primeiro post que eu escrevi neste blog foi a respeito da prática de SwáSthya Yôga conduzida por DeRose que aconteceria no dia 14 de fevereiro, em São Paulo. 

A prática foi um sucesso total, contou com 600 pessoas (como era previsto) e foi aberta para alunos, o que tornou o evento algo ainda mais especial, pois DeRose tem ministrado práticas apenas para instrutores há cerca de 20 anos. 

Saiba mais sobre como foi essa prática lendo o que o próprio DeRose escreveu sobre a organização, comportamento dos participantes, e muitas outras coisas legais que aconteceram no evento. As fotos você pode ver no blog Yôgapress e no site Dia do Yôga.