Arquivo para ÔM

Chakras

Posted in chakras, Mantra, SwáSthya Yôga with tags , , , , , , on 22/04/2009 by Evelyne Baldan

Chakras são centros de captação, armazenamento e distribuição do prána, a energia vital. Chamam-se de rodas ou círculos por ser vórtices de energia – e, como tal, circulares – localizados nas confluências e bifurcações das nádís, que são os canais por onde a energia circula no nosso corpo.

Existem chakras principais e chakras secundários. Os chakras básicos dão origem a todos os demais chakras, denominados secundários, através da rede de vascularização pránica, que são as nádís. Os chakras principais são representados esquematicamente por desenhos de lótus vistos de cima, com um número variável de pétalas abertas. Essas pétalas são representações simbólicas do número de nádís primárias que partem de cada respectivo chakra para distribuir sua energia por outros chakras e por todo o corpo. Veja abaixo as ilustrações:

SwáSthya Yôga ájña chakra 1

SwáSthya Yôga vishuddha chakra

SwáSthya Yôga anahata chakra

SwáSthya Yôga manipura chakra

SwáSthya Yôga swádhisthána chakra

SwáSthya Yôga múládhára chakra

A prática completa do SwáSthya Yôga (ashtánga sádhana) produz um efeito concreto de desenvolvimento dos chakras se for feita com disciplina e constância. Vale a pena estudar mais sobre este tema. Para isso, leia o livro Chakras, kundaliní e poderes paranormais, do Mestre DeRose, de onde retirei as informações para este post. 

 

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A Medalha com o ÔM

Posted in SwáSthya Yôga, Yôga with tags , , , on 12/04/2009 by Evelyne Baldan

O texto a seguir é composto por trechos do livro Tratado de Yôga, do Mestre DeRose.

 

Sendo objetivo da nossa linhagem perpetuar a autenticidade do Yôga Ancestral, assumimos um desenho do yantra ÔM reproduzido fotograficamente de um texto antigo encontrado em Rishikêsh, nos Himalayas. Nenhum desenhista ocidental tocou nesse símbolo. Ele se mantém original como a orientação do nosso Yôga. 

Quando o leigo manda executar uma medalha com o ÔM normalmente incorre em alguns erros. Para evitá-los, atente ao seguinte: 

a) o ÔM não deve ser recortado ou vazado, pois se for feito assim, ficará virado com freqüência, apresentando o ÔM invertido, isto é, sua antítese em termos de simbolismo, conseqüentemente, com efeitos opostos; 

b) habitualmente os profissionais que executam o ÔM não entendem nada do símbolo que estão tentando reproduzir e terminam por cometer erros grosseiros, muitas vezes fazendo desenhos de mau-gosto e que perdem a característica original, anulando seus efeitos positivos. 

Por essas razões a União Nacional de Yôga mandou cunhar uma medalha em forma antiga, tendo de um lado o ÔM circundado por outras inscrições sânscritas; e do outro lado o ashtánga yantra, símbolo de proteção do Swásthya Yôga. 

Medalha com o ÔM

Mesmo na Índia as pessoas nos perguntam onde conseguimos uma peça com essa autenticidade tão marcantemente estampada. Quando tiramos a medalha do pescoço e lhes presenteamos, comovem-se, seus olhos ficam úmidos e agradecem duas ou três vezes. Anos depois, se nos reencontramos, vemos que ainda a estão usando e que lembram-se do nosso nome. 

Aliás, em todos os países por onde o Swásthya Yôga se expandiu, o ato de tirar a sua medalha do pescoço e presenteá-la a alguém, ganhou um forte significado de homenagem especial e de uma declaração formal de amizade verdadeira. Esse ato tão singelo tem adquirido um sentido muito profundo de carinho e quem recebe a medalha torna-se, para sempre, um amigo leal e sincero. 

Graças à medalha, as pessoas estão o tempo todo se descobrindo, encontrando-se, conhecendo-se, ampliando seu círculo de amizades nos aeroportos, nos trens, nos ônibus, nos teatros, nos shows, nas universidades. Yôga significa união. Pois a medalha com o símbolo do Yôga está cumprindo muito bem essa proposta de unir as pessoas afins!