Arquivo para setembro, 2009

Aprenda a preparar o tradicional chai indiano

Posted in SwáSthya Yôga with tags , on 16/09/2009 by Evelyne Baldan

Após suas 24 viagens à Índia em 50 anos de profissão, o Escritor DeRose nos ensina a preparar o tradicional chá indiano que ficou famoso nas cenas da novela Caminho das Índias.


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Como aprender os nomes dos ásanas

Posted in SwáSthya Yôga with tags on 01/09/2009 by Evelyne Baldan

Ásanas são as técnicas corporais do Yôga Antigo. Seus nomes são determinados de forma lógica e são bem claros e simples, desde que se tenha o conhecimento de um vocabulário básico de sânscrito.

Utilizamos para determinar os nomes das técnicas do Yôga Antigo:

sufixos: eles nos informam a que tipo de técnica estamos nos referindo: mudrás, kriyás, bandhas, ásanas, dhyánas, etc. Portanto, todos os nomes de ásanas terminam com o sufixo –ásana.

radicais: indicam qual é a família de ásanas correspondente. Por exemplo, sabemos que jánu significa joelho e que shíra ou shírsha significa cabeça. Portanto, jánushírshásana será a técnica corporal na qual levamos a cabeça ao joelho. É claro que isso é só uma dica que de nada servirá se não soubermos a execução da técnica.

prefixos: são eles que nos indicam de que variação de ásana se trata. Veja alguns dos prefixos mais comuns:

rája: é a posição básica, real; se o nome do ásana não está acompanhado de nenhum prefixo é porque estamos nos referindo à variação rája.

sukha: quando a posição é feita em descontração.

ardhaquando a posição não chegou ao seu ponto máximo por falta de flexibilidade ou de força, ou por se tratar do início da permanência.

mahá: quando vamos além, alcançando uma posição mais avançada.

utthita: em frágil apoio. Geralmente sobre a ponta dos dedos das mãos ou dos pés.

úrdhwa: com elevação.

padma: posição das pernas como no padmásana. Também levam este prefixo os ásanas que têm o dorso de um dos pés sobre a coxa contrária.

parshwa: com lateroflexão.

êkapáda, êkahásta: leva a atenção para um pé ou uma mão, respectivamente.

baddha: com os braços enlaçando alguma parte do corpo.

uttána, prasárana: dando mais extensão.

utka: posição agachada.

vajra: bastão, raio, diamante. No caso do vajrásana, significa bastão, pois refere-se à posição da coluna vertebral que nesse ásana recebe um estímulo para manter-se espontaneamente bem ereta.

E a partir destes e de outros prefixos, podemos fazer combinações:

êkapádashírsha: levando um (êka) pé (páda) à cabeça (shírsha).

jánuhasta: levando a mão (hasta) ao joelho (jánú).

Vamos pegar como exemplo uma família de ásanas (jánúshírshásana) com algumas de suas variações para que você possa visualizar.

rája jánushírshásana

sukha jánúshírshásana

sukha jánúshírshásana

ardha jánushírshásana

ardha jánushírshásana

mahá jánushírshásana

mahá jánushírshásana

baddha jánushírshásana

baddha jánushírshásana

rája úrdhwa jánushírshásana

rája úrdhwa jánushírshásana

dwahasta parshwa jánushírshásana

dwahasta parshwa jánushírshásana

ardha padma jánushírshásana

ardha padma jánushírshásana

Para saber mais, consulte o site da Uni-Yôga. Ele traz a maior codificação de ásanas feita na História do Yôga, com mais de 2000 fotos, que podem ser pesquisadas através dos nomes ou da categoria.

O site da Instrutora Melina Flores também traz uma forma de consulta bem fácil das famílias de ásanas com lindas fotos coloridas. Ela é a autora do livro Técnicas Corporais do Yôga Antigo, de onde vieram as informações para este texto.