Sarau
Postado em SwáSthya Yôga em 04/03/2011 por Evelyne BaldanCampanha de Férias
Postado em SwáSthya Yôga em 18/11/2010 por Evelyne BaldanFormatura dos novos Instrutores
Postado em DeRose, Eventos, Práticas, SwáSthya Yôga no parque em 20/10/2010 por Evelyne BaldanQualidade de vida é tema principal do Curso de Introdução ao Método DeRose
Postado em SwáSthya Yôga em 17/05/2010 por Evelyne BaldanPraticado em vários locais do Brasil e do mundo, o Método DeRose tem como objetivos básicos proporcionar qualidade de vida e autoconhecimento aos seus praticantes. E para demonstrar todas as funcionalidades do método, o Professor Rogério Brant ministra no próximo dia 22 (sábado), a partir das 17h o curso “Introdução ao Método DeRose”. O evento, que tem caráter beneficente será realizado na Unidade Alto da XV, em Curitiba. Para participar basta levar roupas em bom estado que serão doadas à Campanha do Agasalho 2010.
Além de apresentar origens e metodologia, o ministrante vai explicar também como o Método DeRose auxilia na redução do estresse, no gerenciamento do tempo, no aprimoramento da descontração emocional e na obtenção de mais energia para uma vida saudável.
Há 10 anos trabalhando exclusivamente com o Método DeRose, o instrutor Rogério Brant realizou especialização em ásanas (técnicas orgânicas), em Portugal. É responsável também por ministrar cursos e palestras nos principais Festivais Internacionais (De Rose Festival), como os de Saquarema (RJ), Florianópolis (SC), Campos do Jordão (SP) e Lisboa, em Portugal.
MAIS QUALIDADE DE VIDA
Segundo Brant, mais do uma prática física, o Método DeRose pode ser considerado uma filosofia de vida. “A prática do Método DeRose é mais do que uma série de exercícios, é uma atitude. Não é apenas realizar alguns minutos de práticas respiratórias, de técnicas corporais. É aprender a se desligar, a esquecer o passado, deixar de lado o futuro e mergulhar em seu intimo, é olhar para dentro”, define.
A influência do Método na vida dos seus praticantes, também é capaz de trazer uma série de benefícios, conforme exemplifica Brant. “É extrair do âmago do ser a verdadeira essência. Respirar melhor, boa postura do corpo, alimentar-se de forma saudável, descontrair, tudo isso é parte do Método.Mas ele é mais, é viver bem; é energia. É aprender a ser você mesmo. É consciência, hiper-consciência. Só assim podemos aproveitar o instante presente, focar nossos esforços naquilo que realmente desejamos e viver de forma plena”, concluiu.
MÉTODO DEROSE
O Método DeRose possui uma grande variedade de técnicas que contribuem para trazer melhorias na qualidade de vida dos seus praticantes. Garante ainda, uma significativa flexibilidade articular e muscular, obtidas mediante a eliminação de tensões localizadas, bem como a conscientização corporal e respiratória.
Tudo isso é obtido por meio de técnicas respiratórias, corporais, de descontração e de concentração.
Dentre as técnicas utilizadas, destaque para as que seguem abaixo:
Pránáyáma: exercícios respiratórios para a oxigenação cerebral e aumento da capacidade pulmonar;
Ásana: técnicas corporais que revigoram e aumentam a energia do praticante, promovendo força, flexibilidade e disposição;
Yoganidrá: técnica de descontração e revitalização orgânica, que tem o poder de implodir o estresse;
Samyama: exercícios de concentração e meditação, reforçando a habilidade de foco.
CURSO DE INTRODUÇÃO AO MÉTODO DEROSE
DIA E HORÁRIO: 22 DE MAIO DE 2010, ÀS 17H
DURAÇÃO: 2 HORAS
LOCAL: UNIDADE ALTO DA XV- RUA ITUPAVA, 601 – CURITIBA (PR).
ENTRADA: UM AGASALHO, QUE SERÁ DOADO PARA A CAMPANHA DO AGASALHO 2010.
INFORMAÇÕES: (41) 3264-6495
Afinal, o que é a meditação?!
Postado em Meditação com as tags consciência, Driano Marsili, intuição, Método DeRose, Meditação em 03/02/2010 por Evelyne BaldanArtigo enviado pelo Instrutor Driano Marsili:
Dhyána é uma técnica ancestral utilizada no Método DeRose para que a consciência se expresse através de um canal mais sutil, que está acima da mente, o intuicional. Essa técnica é bastante conhecida como meditação, embora esse termo não seja exato. O dicionário define meditar como pensar, refletir sobre algo. Mas para fazer com que a consciência flua pelo veículo intuicional é preciso neutralizar o organismo mental, ou seja, parar de pensar. Praticamente o mundo todo, inclusive a Índia, chama de meditação (pensar, refletir) a técnica que consiste em parar de pensar!
Esse estado de consciência (dhyána) é, na verdade, um tipo de intuição. A intuição é como um flash de uma câmera fotográfica que ocorre em uma fração de segundos. Mas com a prática constante e diligente é possivel desenvolver uma outra forma de intuição que se manifesta como o flash de uma filmadora, que se acende e permanece aceso por um tempo maior. Dessa forma consegue-se manter a consciência fluindo voluntariamente por mais tempo.
Essa definição perfeita para o termo sânscrito dhyána é denominada intuição linear. Porém, não a utilizamos, já que ninguém (exceto você!) saberia a que queriamos nos referir. Portanto, vamos utilizar o termo meditação, que embora inexato, é aceito universalmente.
Mas por que precisamos parar de pensar para meditar?
No nosso estudo do fenômeno de consciência expandida, precisamos compreender que o ser humano é constituído por uma série de veículos ou corpos, com diferentes coeficientes de densidade. São eles: corpo físico, corpo emocional, corpo mental, corpo intuicional e outros.
No universo, sempre o mais denso eclipsa o mais sutil. Por exemplo, se olharmos para o céu durante o dia, não veremos as estrelas embora elas estejam lá. Isso porque a luz do sol (mais intensa) eclipsa a luz das estrelas (mais sutil).
Da mesma forma que ocorre com as estrelas e o sol, o corpo físico, por ser mais denso que o emocional, tende a eclipsar as emoções. Por exemplo, a prática de esportes onde o corpo físico solicita a atenção da consciência não é o momento ideal para desfrutar de um romance, uma atitude emocional. Se a consciência estiver fluindo pelo canal físico a manifestação das emoções fica comprometida. Da mesma forma que o corpo físico (mais denso) eclipsa o emocional (mais sutil), o emocional que é mais denso que o mental, eclipsa a mente. Tente por exemplo estudar quando estiver emocionado por paixão ou por ciúmes. Provavelmente não renderá muito naquela atividade intelectual, pois não há lucidez mental quando se está emocionado. E assim ocorre com o corpo mental (mais denso) eclipsando o intuicional (mais sutil), onde se processa a verdadeira meditação. Noutras palavras, se a mente não parar de pensar, a intuição não fluirá e a meditação não ocorrerá.
Na prática da meditação o que queremos é desligar os circuitos mais densos (físico, emocional, mental) e deixar a consciência fluir por um canal mais sutil, mais profundo, o intuicional. Quando aquietamos os canais mais densos e permanecemos sem bombear registros de fora pra dentro conseguimos inverter o fluxo da percepção e fazer aflorar o que está em nosso interior. É ai que ocorre o autoconhecimento!
Driano Marsili
Instrutor do Método DeRose








